• BLACK TORCH - TRAILER E VISUAL DO ANIME DIVULGADOS


    VIZ Media anunciou a adaptação para anime de BLACK TORCH, obra de Tsuyoshi Takaki.

    A novidade foi revelada durante a Emerald City Comic Con, acompanhada do primeiro teaser e um pôster oficial, destacando os protagonistas Jiro e Rago. Confira abaixo:

    black torch anime announcement teaser visual

    Criador comemora adaptação para anime

    Após a divulgação, o autor Tsuyoshi Takaki comentou sobre a produção:

    “Parabéns pela adaptação em anime de BLACK TORCH! Acho que ninguém está mais empolgado e surpreso do que eu. Isso é graças a todos que amaram o mangá, tanto no Japão quanto no exterior. Estou supervisionando os cenários e os storyboards, e sinto que foi recriado de uma forma ainda melhor, sem perder o respeito pela história original. Um novo BLACK TORCH ganhou vida, agora com vozes, sons, movimento e cores. Tem lutas, gatos e coxas! Esperamos que aproveitem!”

    Equipe de produção e estúdio confirmados

    produção do anime contará com a seguinte equipe:

    • Direção: Kei Umabiki
    • Design de Personagens: Gou Suzuki
    • Roteiro e Composição de Série: Gigaemon Ichikawa
    • Trilha Sonora: Yutaka Yamada
    • Estúdio de Animação: One Double-0 Studio

    Detalhes sobre o mangá BLACK TORCH

    O mangá foi serializado na Jump Square entre fevereiro de 2017 e abril de 2018, sendo posteriormente transferido para a plataforma Shonen Jump+, onde foi finalizado em julho do mesmo ano. No total, a obra possui 19 capítulos compilados em cinco volumes.

    VIZ Media licenciou a série para o mercado internacional, lançando o primeiro volume em inglês no dia 7 de agosto de 2018.

    A história acompanha Jiro Azuma, um jovem com a capacidade de se comunicar com animais. No entanto, sua vida muda drasticamente quando um gato misterioso se funde ao seu corpo, concedendo-lhe poderes sobrenaturais e envolvendo-o em uma batalha oculta contra espíritos japoneses chamados mononoke.

    Ainda sem uma data oficial de estreia, o anime de BLACK TORCH está em desenvolvimento, e novos detalhes devem ser divulgados nos próximos meses.

  • The Beginning After The End: Anime Estreia em Abril de 202


     Foi divulgado o novo trailer do anime "The Beginning After the End".

    O evento Fuji TV Ani 2025, realizado nesta segunda-feira, revelou novos detalhes sobre a aguardada adaptação para anime de The Beginning After The End (TBATE), baseada na webnovel e webcomic de TurtleMe. Com estreia marcada para abril de 2025 no bloco de programação +Ultra, o anime será transmitido globalmente pela Crunchyroll, com exceção da Ásia.

    Sinopse: A emocionante jornada do Rei Grey, um governante poderoso renascido como Arthur Leywin, um jovem em um mundo repleto de magia, criaturas míticas e perigos constantes. Enquanto desenvolve seu potencial, Arthur enfrenta desafios épicos, descobre os segredos de sua reencarnação e luta para proteger aqueles que ama.

    Elenco Principal e Detalhes Técnicos

    Natsumi Fujiwara dará voz ao protagonista Arthur Leywin.
    Makoto Furukawa será Rei Grey, a encarnação anterior de Arthur.
    O anime será dirigido por Keitaro Motonaga (Date A Live, Katanagatari) no Studio A-Cat. Outros membros da equipe incluem:
    Takamitsu Kōno na supervisão dos roteiros.
    Masami Sueoka como designer de personagens.
    Keiji Inai na composição da trilha sonora (DanMachi, Killing Slimes for 300 Years).

    O criador original, TurtleMe, atuará como supervisor da história e produtor executivo, com suporte de Mike Zhu e Kevin Nicklaus, da Tapas Entertainment, e Gabrielle Luu, da TurtleMe LLC.


    O título japonês será Saikyō no Ō-sama, Nidome no Jinsei wa Nani wo Suru?, traduzido como “O Rei Mais Forte: O Que Fazer com Uma Segunda Vida
    Sucesso Global: A franquia conta com mais de 61,8 milhões de leituras globais: 36,1 milhões para o webcomic e 25,7 milhões para a webnovel.

    Arrecada quase US$ 500.000 por mês em receita global.
    Disponível em sete idiomas, o webcomic já foi lançado em formato físico pela Yen Press, com o sétimo volume previsto para março de 2025.
    Com visuais impressionantes e um enredo envolvente, The Beginning After The End promete ser uma das adaptações mais aguardadas do próximo ano!

    Fonte: ANN

    Estreia em 2 de abril
    Estúdio: A-Cat
  • Animação Mundo Proibido representará o Brasil no Festival de Annecy


     O Brasil será representado no Festival de Annency, o maior evento do gênero que ocorre entre os dias 13 e 18 de junho na França, pelo longa-metragem de animação Mundo Proibido. Dirigida por Alê Camargo e Camila Carrosine, a ficção científica espacial marca uma nova fase de tecnologias utilizadas para produções brasileiras.

    O Festival de Annency consolidou-se ao longo dos seus 60 anos, como um evento global dedicado à animação, reunindo os mais conceituados profissionais do setor para celebrar os estilos e técnicas criativas e diversificadas da animação.

    O longa conta a história de Fuji e Lydia em busca de um lendário tesouro, seguindo uma jornada intergaláctica. Juntos, o casal vive aventuras e perigos eletrizantes no espaço.

    A animação Mundo Proibido terá duas exibições na sessão Midnight Specials do prestigiado festival francês, que ocorre entre os dias 13 e 18 de junho.

    A dupla de diretores é premiada e responsável por outros trabalhos de animação como por exemplo João, O Galo Desregulado, Os Anjos do Meio da Praça e o mais recente As Aventuras de Fujiwara Manchester, exibido pela TV Cultura em 2017 e atualmente disponível nos serviços de streaming Telecine e Globoplay.

    Com a produção executiva assinada por Arnaldo Galvão Julia GalvãoMundo Proibido marca a história das animações no Brasil com tecnologias pioneiras de produção em 3D.

    É um privilégio termos um filme como este que tem tanto a somar com o catálogo de animações criadas por brasileiros. A exibição no Festival de Annecy é um triunfo para o que tem sido feito para o cinema no país”, revela Arnaldo.

    O filme ficar pronto, com essa qualidade, depois que enfrentamos a pandemia e precisamos enviar toda a equipe para casa, para trabalhar em segurança, já foi uma grande alegria. Ser selecionado para Annecy foi a premiação do trabalho em equipe”, conclui Julia.

    A distribuição de Mundo Proibido ainda está em negociação e é previsto que neste ano inicie a exibição no cinema nacional.

  • Hatsune Miku Project Sekai Movie - Official Trailer


     Hatsune Miku Project Sekai Movie - Official Trailer

    O filme está atualmente nos cinemas do Japão e é baseado no jogo "HATSUNE MIKU: COLORFUL STAGE
    Sinopse: Situada na atual Shibuya, a história é focada em Ichika Hoshino, uma estudante do ensino médio e musicista de rua que encontra uma versão desconhecida de Hatsune Miku depois de ouvir uma música de Miku que ela nunca tinha ouvido antes em uma loja de CDs, Ichika descobre que esta versão de Miku está tendo problemas para alcançar as pessoas com suas músicas, então juntos eles se unem para tentar tocar o coração do público através da música.
    Fonte: Site Oficial do Filme

  • My Hero Academia: Vigilantes ganha trailer oficial

     

    TOHO Animation divulgou o trailer oficial e um pôster inédito da adaptação em anime de My Hero Academia: Vigilantes (Vigilante: Boku no Hero Academia Illegals).

    O vídeo promocional ainda apresenta o tema de abertura "Kekka Orai" (Tudo Bem no Final), interpretado por Kocchi no Kento.

    spin-off de My Hero Academia (Boku no Hero Academia) estreia na TV japonesa em 7 de abril. Confira o trailer e o visual abaixo:

     

    ©Hideyuki Furuhashi, Betten Court, Kohei Horikoshi/Shueisha, Comitê de Produção Vigilante

    A animação produzida pela BONES FILM, nova subsidiária do estúdio Bones (My Hero Academia, Mob Psycho 100), contará com direção de Kenichi Suzuki (Cells at Work!, JoJo's Bizarre Adventure), roteiro de Yōsuke Kuroda (My Hero Academia) e design de personagens por Takahiko Yoshida (Yowamushi Pedal, Cells at Work!).

  • Mickey 17, escrito e dirigido por Bong Joon-ho


     Mickey 17, escrito e dirigido por Bong Joon-ho, é um filme que, à primeira vista, promete se encaixar com perfeição no padrão do aclamado cineasta sul-coreano, conhecido por suas abordagens inovadoras sobre a sociedade e a natureza humana, como em Parasita e Okja.

    Aqui, Joon-ho mistura ficção científica com comédia e crítica política, criando uma narrativa recheada de questionamentos sobre identidade e as dinâmicas de poder em um futuro distópico. No entanto, o filme, inspirado no romance "Mickey 7", de Edward Ashton, peca no desenvolvimento de sua trama e na exploração do potencial de seu protagonista, Robert Pattinson, que interpreta dois personagens de maneira impressionante, mas nem sempre eficaz.

    Em Mickey 17, a história se desenrola em torno de Mickey, um humano que, em meio a desastres naturais na Terra, se voluntaria — sem ter lido adequadamente os termos — a se tornar um trabalhador em um planeta distante. O emprego em questão é o que chamam de “descartável”, um ser que será clonado e morto repetidas vezes em experimentos e exposições ao risco nessa nova dimensão.

    O personagem começa como Mickey 1 e, após cada missão, perde suas memórias e começa uma nova vida — como Mickey 2, 3, 4 e por aí vai. A trama acompanha o momento em que Mickey 17 é dado como morto — sem ter morrido — e, quando volta à base, se depara com o seu clone Mickey 18, que é mais revoltado e consciente do sistema absurdo em que ambos vivem.

    Warner Bros. Pictures

    Essa premissa de clonagem e a falta de memória criam uma interessante reflexão sobre o que constitui uma verdadeira identidade. Mickey, ao ser constantemente recriado, perde o sentido de quem é, desafiando a concepção tradicional de ser humano. A ideia de repetição é central para a trama, gerando questionamentos sobre o que resta da individualidade quando somos constantemente apagados e reiniciados, como se nossa identidade fosse apenas uma coleção de memórias.

    Embora a premissa seja intrigante, o filme acaba por não explorar todas as potencialidades desse conceito. Apesar disso, a história te mantém atento na maior parte do tempo, utilizando do humor ácido e situações de completo absurdo para provocar o espectador a refletir sobre as implicações éticas da tecnologia, especialmente em relação a como ela pode ser usada por grandes corporações ou governos para explorar o trabalho humano.

    Robert Pattinson brilha nas duas versões de Mickey

    A principal força de Mickey 17 está, sem dúvida, na atuação de Robert Pattinson. Interpretando Mickey 17 e Mickey 18, Pattinson é confrontado com o desafio de dar vida a dois personagens que, embora essencialmente o mesmo, são distintos em suas abordagens e vivências.

    Mickey 17 é o clone mais jovem, ingênuo e cheio de dúvidas, enquanto Mickey 18 é uma cópia mais experiente, mas com as cicatrizes emocionais das repetições anteriores. Essa dualidade exigiu que Pattinson se desdobrasse, apresentando performances contrastantes sem cair no erro de exagerar as diferenças entre as versões do personagem.

    Sua atuação é, sem dúvida, a espinha dorsal do filme — e desmente, mais uma vez, a falácia já tão antiga sobre ele ser um ator inexpressivo. O astro consegue transmitir, de forma sutil, a diferença de cada versão de Mickey, seja na postura física, seja no tom de voz. A transição de Mickey 17 para Mickey 18 traz uma profundidade psicológica que torna a trama mais interessante, especialmente quando o personagem começa a perceber as falhas e as distorções da existência que lhe foram impostas.

    Warner Bros. Picures

    Porém, a grande questão que surge da atuação de Pattinson é a falta de tempo suficiente para explorar totalmente a complexidade de seus personagens. Em muitos momentos, o desenvolvimento de Mickey 18 parece atropelado, deixando o ator com pouco espaço para dar mais nuances à sua performance.

    Bong Joon–ho traz mais uma boa reflexão sobre disparidades de classe

    Uma das características mais marcantes de Mickey 17 é a sua forte crítica ao capitalismo e aos governos de extrema-direita, o que tem sido uma assinatura de Bong Joon-ho por muitos anos. Ao longo do filme, o cineasta utiliza a ficção científica como uma lente para zombar das estruturas de poder e da exploração do trabalho. A representação de uma sociedade que recorre à clonagem para preencher funções perigosas em um planeta distante é uma clara metáfora para a desumanização do trabalhador, que é descartado e substituído sem consideração.

    O filme se destaca, também, pelo seu tom cômico, que serve como um antídoto à rigidez de suas temáticas — momentos evidenciados principalmente quando as figuras políticas de Kenneth Marshall (Mark Ruffalo) e a esposa Ylfa (Toni Colette) surgem em cena, trazendo o que há de pior na burguesia. A comédia surge de maneira subversiva, não apenas nas interações de Mickey com outros personagens, mas também nas situações absurdas em que os clones se veem envolvidos. Este humor, que mistura o grotesco com o surreal, permite que o filme se distancie de um tom excessivamente sombrio, dando ao público uma pausa para refletir sobre as questões que ele aborda de maneira mais leve.

    Warner Bros Pictures

    Vale a pena assistir a Mickey 17?

    A crítica social, somada à brilhante atuação de Robert Pattinson e o humor satírico que permeia a trama, é uma das características com maior potencial de cativar os espectadores. Mickey 17 é um filme que oferece entretenimento, reflexão e alguns momentos de grande força, mas que não cumpre totalmente as expectativas geradas pelo envolvimento de Bong Joon-ho e pela premissa intrigante.

    O longa-metragem se apresenta como uma história divertida e com um elenco impressionante, mas que não atinge todo o seu potencial, especialmente em termos de mensagem política e desenvolvimento de seus personagens. Mesmo assim, Mickey 17 entrega um entretenimento e tanto, e traz um elenco de grandes estrelas que acrescentam muito molho na história — com destaque à Naomi Ackie, atriz de Pisque Duas Vezes, que forma um matching perfeito com Pattinson nessa loucura interplanetária, e Steven Yeun, intérprete de um divertidíssimo amigo da onça.

  • LONGA-METRAGEM “FLOW” VENCE O OSCAR DE MELHOR ANIMAÇÃO


     

    Com mais de 50 prêmios, incluindo o Globo de Ouro de melhor animação, “Flow” está em cartaz nos cinemas brasileiros

     

    Em cartaz nos principais cinemas brasileiros, com distribuição da Mares Filmes e Alpha Filmes, o premiado longa-metragem de animação FLOW (Flow), acaba de vencer o Oscar 2025 na categoria de melhor animação.        

    Com direção e roteiro do cineasta Gints Zilbalodis (" Longe " e a curta " Oasis "), o animado acompanha um gatinho escuro cinza e solitário, que tem seu lar destruído por uma grande inundação. Ele encontra refúgio num barco habitado por diversas espécies, tendo que se juntar a elas apesar das diferenças.  

    Além do Oscar, FLOW (Flow) venceu o    César  (o Oscar francês) e o Globo de Ouro de melhor animação e recebeu duas restrições ao BAFTA (o Oscar britânico), nas categorias de melhor filme de animação e de melhor filme infantil.    

    O animado já venceu mais de 50 prémios, incluindo importantes prémios da indústria como Annecy (Prémio do Público/Prémio do Júri), European Film Awards, Associação dos Críticos de Cinema de Los Angeles, Círculo de Críticos de Cinema de Nova York, National Board of Review e Associação dos Críticos de Cinema de Boston.

    Abaixo segue a sinopse, ficha técnica e o material de divulgação que temos até o momento:

    FLUXO Letônia – Bélgica – França | 2024 | 85 minutos. | Animação – Aventura – Fantasia | Grátis

    Título Original:  Fluxo | Straume
    Direção:  Gints Zilbalodis
    Roteiro:  Gints Zilbalodis, Matiss Kaza
    Distribuição:  Mares Filmes | Alfa Filmes

    Sinopse:  Gato é um animal solitário, mas quando seu lar é destruído por uma grande inundação, ele encontra refúgio em um barco habitado por diversas espécies, tendo que se juntar a elas apesar das diferenças.

    PRINCIPAIS PRÊMIOS E INDICAÇÕES:

    # PRÊMIOS :  
    MELHOR ANIMAÇÃO DO ANO
    - Oscar
    - César
    - Globo de Ouro
    - Annecy (Prêmio do Público/Prêmio do Júri)
    - European Film Awards
    - Associação dos Críticos de Cinema de Los Angeles
    - Círculo de Críticos de Cinema de Nova York
    - National Board of Review
    - Associação dos Críticos de Cinema de Boston

    - Annie: Melhor Animação Independente Melhor Roteiro

    # INDICAÇÕES : 

    - Oscar
    Melhor Filme Estrangeiro

    - Critics Choice Awards Melhor Animação Melhor Filme Estrangeiro

    - BAFTA Melhor Filme de Animação Melhor Filme Infantil

    - Sindicato dos Produtores da América Melhor Filme de Animação

  • Pouca gente sabe, mas a brasileira LUCIANA ARRIGHI já venceu um Oscar em 1993!

     

    O OSCAR DE LUCIANA ARRIGHI
    Pouca gente sabe, mas uma brasileira já venceu um Oscar. Enquanto os brasileiros vivem a expectativa pelo anúncio dos vencedoresdo Oscar 2025, no qual a atriz Fernanda Torres concorre ao prêmio de Melhor Atriz pelo filme "Ainda estou aqui", Luciana Arrighi já tem consigo uma estatueta em casa.
    Nascida no Rio de Janeiro, em 1940, Luciana é filha de um diplomata italiano e de uma australiana. Devido à profissão do pai, um profissional do cinema é muito desde criança.
    Desde cedo, sua carreira foi direcionada para o mundo das artes visuais e do design de produção.
    Em 1993, Luciana venceu o Oscar de Melhor Direção de Arte (atualmente Design de Produção) pelo filme "Retorno a Howards End", estrelado por Anthony Hopkins e Emma Thompson.

    Nome completo: Luciana Maria Arrighi
    Nascimento 1940 (85 anos) Rio de Janeiro, Brasil
    Nacionalidade de australiana / brasileira / italiana
    Ocupação: Diretora de arte
  • Pretty Pretty Please I Don’t Want to be a Magical Girl (PILOT ANIMATIC)


     O piloto da série "Pretty Pretty Please I Don't Want to be a Magical Girl" de @kianamaiart já está disponível no Youtube.

    Uma história sobre uma garota chamada Aika que, você adivinhou, não quer ser uma garota mágica! Ela se apaixonou por seu trabalho ao longo do tempo, mas faz o trabalho de qualquer maneira. Ela será capaz de reavivar sua paixão com a ajuda de seu companheiro mágico, Hoshi e sua nova melhor amiga Zira? Ou será que aqueles malfeitores irritantes, Eclipse e Lady DeVoid, continuarão a mantê-la para baixo? Sabe se lá!!! Este projeto começou como sua criadora Kiana Khansmith querendo apenas fazer uma nova peça para seu portfólio, mas se transformou em algo muito maior com a ajuda de seus amigos.



    Twitter: /kianamaiart  
    Instagram: /kianamai  
    TikTok: / kianamaik

  • Milton Arthur Paul Caniff nascido em 28 de fevereiro de 1907 foi um cartunista e desenhista de histórias em quadrinhos famoso por criar as tiras de jornal Terry e os Piratas e Steve Canyon.


     Milton Arthur Paul Caniff nascido em 28 de fevereiro de 1907 foi um cartunista e desenhista de histórias em quadrinhos famosopor criar as tiras de jornal Terry e os Piratas e Steve Canyon.

    Muitos artistas citam MCaniff como inspiração ou influência em seus próprios trabalhos. Em 1934, ele criou 'Terry and the Pirates' e continuou com a famosa tira até 1946. Ele criou a inovadora Dragon Lady, um dos piratas titulares e que dá título ao Volume Um de terry e os Piratas pela editora JBraga. Durante a Segunda Guerra, Caniff produziu, paralelamente a “Terry”, uma tira “Male Call”, publicada exclusivamente nos jornais das Forças Armadas e destinada aos GI Joes (os soldados americanos). A personagem principal era Miss Lace, que dava conselhos e dicas aos soldados, ajudando a elevar a moral da tropa.
    Desejando criar uma propriedade que estivesse sob seu controle total, Milton Caniff encerrou seu tempo em Terry and the Pirates e criou 'Steve Canyon' em 1946 para a Field Enterprises. A empresa chegou a comprar a tira dele em vez de empregá-lo e possuir a tira, que foi o caso de 'Terry' onde Caniff não recebeu os royalties” sobre a utilização em outros meios como programa radiofônico, filme, seriado, álbuns para colorir e muito mais.

    A primeira semana de Steve Canyon envolve imediatamente o leitor com um mistério. Mas não é o tipo de mistério que você esperaria uma semana introdutória de uma tira totalmente nova. O mistério é: “Quem é Steve Canyon?”
    Sendo um mestre contador de histórias, Caniff usou os personagens da atriz Feeta-Feeta e do Sr. Dayzee - o líder do Copper Calhoon -apresentar ao mundo o ex-piloto da Segunda Guerra Mundial, seu trabalho, sua atitude, até mesmo sua aparência, sem realmente incluir o personagem titular da tira! Só no primeiro domingo é que Steve finalmente faz sua estreia e em núcleos!
    Veterano quando a tira começou, o aviador Canyon se alistou novamente para a Guerra da Coréia e depois se reuniu na Força Aérea. Houve um programa de televisão “Steve Canyon” em 1958, criado com a aprovação e possível apoio da Força Aérea dos Estados Unidos. O personagem ganhou uma estátua localizada no Parque Courtney-Riley-Cooper em Idaho Springs, Colorado.



    Caniff também foi um dos fundadores da National Cartoonists Society (NCS), serviu dois mandatos como seu presidente e recebeu o primeiro prêmio de Cartunista do Ano em 1946 - que incluía seu trabalho em 'Steve Canyon' e 'Terry and the Pirates'. '.
    E a capa da revista “Life”, edição de 12/07/59, foi feita com uma foto de Milton Caniff e Al Capp juntos. De acordo com Luiz Antônio Sampaio, a edição traria também uma reportagem para comemorar o 25º aniversário do lançamento de “Terry” e “Ferdinando”. No entanto, da última hora, um dos editores de “Life”, alegando que “homens velhos não vendem revistas”, mudou de capa, colocando nela a foto de Farah Diba, a noiva do Xá do Irã.



    Steve Canyon” foi publicado durante 41 anos e só foi interrompido com a morte de Caniff, em 3 de abril de 1988 aos 81 anos. A última tira, publicada em 4 de junho daquele ano, consistia de dois painéis assinados por 78 artistas, num tributo final ao grande mestre.





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