O filme começa mostrando uma mulher morta, com a cabeça sobre uma mesa. Aparentemente foi enforcada. Um homem toma banho, no mesmo apartamento, enquanto chora. Ele é Kyung Min.

Depois que sai do banho, Min telefona para um amigo de infância a quem não vê há uns 15 anos. É Jong Suk. Pede que possam se encontrar. Jong Suk é um ghost writer que passa por dificuldades financeiras e no casamento. Ele aceita encontrar Min. 

Suk fica surpreso com o aparecimento repentino do amigo, depois de tanto tempo. Descobre que ele agora é CEO e parece ser um homem bem sucedido. Logo eles começam a relembrar os tempos de escola. Os tempos violentos de escola. 


Os dois relembram os constantes maus tratos que sofriam por parte daqueles alunos de famílias mais ricas. São alvo de constante violência por parte desses alunos. Até o momento que a eles se junta Kim Chul, um aluno delinquente, que não tem nada a perder. Quando ele enfrenta os agressores, é chamado de Rei dos Porcos por seus dois amigos. 

Mas, ainda assim, as perseguições não param. Na verdade aumentam. Isso deixa os três cada vez mais depressivos e começa a afetar a amizade que existe entre eles. 

Dos filmes do diretor que assisti até agora este é o mais árido, mostrando uma realidade que muitas crianças passam e como isso as afeta. As atitudes dos agressores também conta muito sobre eles, deixando claro que são pessoas com sérios problemas de aceitação, pois também estão abaixo de outros alunos mais violentos ou, pelo menos, mais velhos. 

O Rei dos Porcos é uma animação pouco conhecida, mas deixa claro que é bem mais interessante que muitos filmes que existem por aí.